sexta-feira, agosto 03, 2007

e-ventos cíclicos e alternadeiros

A pedido de numerosas "familias" (e outras "turmas" bem "calçadas"), e para gosto (e gozo) de todos aqueles que nos visitam, à "socapa", e que até nos contam (os "profissionais"...) as "postas-Mark" e tudo... outra citação do Ípsilon do Público da passada sexta-feira (passou uma semana...) sobre o "balanço" da TAL.

José Mateus, o comissário-geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2007, defende que nas próximas edições a iniciativa seja "autonomizada da Ordem dos Arquitectos" (isto já sabiamos...) e que seja encontrado um entendimento com outros eventos cíclicos", como a Experimenta Design (não acabou?...) e a LisboaPhoto. A ideia é que todos estes eventos tenham, em anos alternados, como espaço priviligiado o Pavilhão de Portugal (quem os ouvir, quem os ler, até parece que estão a falar da casa deles ou de outra coisa de TAL que lhes pertença...), cuja gestão poderia ser assegurada por uma fundação ou associação privada sem fins lucrativos.

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Réplicas e Tréplicas

sábado, julho 28, 2007

Ser Arquitecto

Independentemente do tema que aborda, regressa sempre à reflexão sobre a figura do arquitecto.
É verdade. O arquitecto não é um ser humano (mau...), é uma espécie (de "alien"...) completamente diferente. Tem o seu comportamento (National Geographic...) específico, a sua maneira particular de falar e é também uma pessoa muito bonita e superinteligente. Tem uma forma especial de compreender o mundo.
Os arquitectos não levam suficientemente a sério a sua inteligência (não?...). Quando um filósofo diz qualquer coisa sobre um edifício que é, na verdade, bastante estúpida, por ser um filosófo o arquitecto diz: "Maravilhoso" (um "tontinho", portanto...). Há muitíssimos exemplos de arquitectos a citar péssima filosofia. Mas ouvindo o que um arquitecto diz sobre um edifício é "muito interessante" (aspas minhas).
Quando se decide ser arquitecto, decide-se falar uma linguagem diferente (depois não me culpem...), viver num outro fuso horário (left of Greenwich...), ser para sempre um turísta (acidental). É possível identificar um arquitecto na cidade porque está sempre a olhar para cima (a realidade é uma chatice... e a "frontalidade", a visão "frontal", não a-bunda entre a especial "espécie"). Se se olhar para um arquitecto (o que não aconselhamos) numa festa (ah, tá bem...) - e é claro (claro...) que os arquitectos só vão a festas com outros arquitectos - , pode ver-se como passa a mão na parte de baixo (fui apanhado...) da mesa (ufa...) para tentar compreender do que é feita. Para o arquitecto (Peter Pan) - como para a criança (e ele a dar-lhe...) -, tudo no mundo é (cogumelo) mágico e misterioso.

Ípsilon, Público, 27 de Julho de 2007

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Peter Pan

De certa forma, o arquitecto permanece uma criança ao longo da vida.

Ípsilon, Público, 27 de Julho de 2007

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Banha da Cobra

- O arquitecto é uma espécie de "vendedor"?
- Sim mas não num sentido negativo. Os arquitectos são famosos por desenhar, mas deveriam ser famosos por falar. Falam do modo como o meio construído fala. É muito bonito o som do arquitecto. É o que se aprende nas escolas e arquitectura. Não se aprende a projectar ou a desenhar, aprende-se a falar com outros arquitectos e manter uma conversa.
É um enorme erro profissional ser arquitecto, mas é um erro maravilhoso.

Ípsilon, Público, 27 de Julho de 2007

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Nova Zelândia

- Fala segundo uma "perspectiva americana"?
- Não me parece. De qualquer modo, sou da Nova Zelândia.

Ípsilon, Público, 27 de Julho de 2007

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Espelho

A maioria de nós, quando se olha no espelho, fica confusa: "Quem é este no espelho?"

Ípsilon, Público, 27 de Julho de 2007

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