Há uma coisa (...) que eu (mexilhão...) não... capisco. Se o caderno de encargos para a construção do (agora) "Eleven", previa ("giro" - e "original"... - esta coisa da qualidade arquitectónica à cabeça de um concurso...), previa, dizia eu, "o compromisso de construir um edifício de qualidade arquitectónica" (Júdice, dixit...), então como é que acabaram por construir..."aquilo"?
Vale a pena
ler:
O que dá primeiro nas vistas é a própria arquitectura do restaurante, que os seus proprietários definem bem como "modernista e minimalista nas formas e elementos decorativos exteriores". O arquitecto João Correia, um dos onze sócios (daí o nome) e responsável pelo desenho, dividiu o edifício em dois módulos: um revestido em madeira, e outro ("mais brutalista", nas suas palavras) deixado em betão. O interior é todo atirado para fora, através de um enorme janelão envidraçado, debruçado sobre a Lisboa pombalina, com uma esplanada superior - que poderá proporcionar entardeceres exaltantes nas épocas apropriadas.
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