Sábado, Novembro 21, 2009
de pouco, ou nada
de pouco, ou nada, adianta, a reiterada (e meio estafada...) repetição da crítica à starquitectura
de pouco, ou nada, adianta, o (ingénuo...) achamento de congénitas maldades e outras terríveis alianças entre as pategadas formais das (múltiplas e menores) starlets e as invariáveis posições do phoder pelo homem do capital...
a crítica, a procura de soluções para os problemas que minam a disciplina, passa, tem que passar, pelo interior da própria disciplina
a arquitectura "genérica", compacta, adaptável ("Glove vs. Mitten"), com uma "estrutura muda" e uma "cara parlante" decorada & enfeitada (q.b.), económica na (sua) contenção formal e durável ("verde"...) na consistência das (suas) propostas construtivas que o Venturi (et al) vem defendendo fazendo (e refazendo e consolidando...) de há muitos anos a esta parte não significa senão, e precisamente, isso...
e isto - adenda- claro, que tirar a alternativa à starquitectura não signifique nem implique com nenhum "retorno" a nenhuma espécie de (falsa) "pureza" do projecto moderno como me quis parecer que chegou a ser aventado...
de pouco, ou nada, adianta, o (ingénuo...) achamento de congénitas maldades e outras terríveis alianças entre as pategadas formais das (múltiplas e menores) starlets e as invariáveis posições do phoder pelo homem do capital...
a crítica, a procura de soluções para os problemas que minam a disciplina, passa, tem que passar, pelo interior da própria disciplina
a arquitectura "genérica", compacta, adaptável ("Glove vs. Mitten"), com uma "estrutura muda" e uma "cara parlante" decorada & enfeitada (q.b.), económica na (sua) contenção formal e durável ("verde"...) na consistência das (suas) propostas construtivas que o Venturi (et al) vem defendendo fazendo (e refazendo e consolidando...) de há muitos anos a esta parte não significa senão, e precisamente, isso...
e isto - adenda- claro, que tirar a alternativa à starquitectura não signifique nem implique com nenhum "retorno" a nenhuma espécie de (falsa) "pureza" do projecto moderno como me quis parecer que chegou a ser aventado...
da causa das relações...

e não digam que vão daqui...
para a "pequena história" vale também muito a pena ficar a conhecer a "boca" do Ghery ao chegar a Praga...
Ó Ghery... e foi só isso o que te ocorreu!?...
da causa das ralações... (e outros ralhetes...) :)
a trabalheira que vocês me dão... :)
Quinta-feira, Novembro 19, 2009
o operário cantor
isso é tudo um pouco bizantino...
o melhor é andar pelo estaleiro
trabalhar no estaleiro
acarinhar o projecto, em obra, e resolver problemas
esta manhã resolvemos - e digo resolvemos porque foi mais um par de decisões do colectivo... - o desenho para uma escada metálica insuficientemente (mea culpa) pormenorizada
melhor assim
o autor do projecto, o colega que trabalha para o empreiteiro e mais dois sujeitos bem simpáticos (e aparentemente extremamente competentes) que desceram do Minho para executar os trabalhos
todos ao molho, de volta de uma tábuas que serviram de "estirador" improvisado, a atirar bitaites (a esfolar o bicho) e a matar a junta
acabou, vai acabar (estou muito confiante) muito bem
os degraus, os "cobertores", em madeira, vão assentar numa chapa rectangular, cortada em diagonal numa das pontas, e depois quinada, para soldar ao perfil
do outro lado enfia pela parede a dentro... chumbada
o desenho (o esquisso) convenceu de imediato
com a certeza das coisas certas
não durou tudo, ao todo, mais que uns poucos de minutos... (mas foi como uma comunhão...)
e depois, onde mais é que se podem encontrar operários a cantar (e bem) o fado, enquanto a(r)mam, com as próprias mão, o ferro?
o melhor é andar pelo estaleiro
trabalhar no estaleiro
acarinhar o projecto, em obra, e resolver problemas
esta manhã resolvemos - e digo resolvemos porque foi mais um par de decisões do colectivo... - o desenho para uma escada metálica insuficientemente (mea culpa) pormenorizada
melhor assim
o autor do projecto, o colega que trabalha para o empreiteiro e mais dois sujeitos bem simpáticos (e aparentemente extremamente competentes) que desceram do Minho para executar os trabalhos
todos ao molho, de volta de uma tábuas que serviram de "estirador" improvisado, a atirar bitaites (a esfolar o bicho) e a matar a junta
acabou, vai acabar (estou muito confiante) muito bem
os degraus, os "cobertores", em madeira, vão assentar numa chapa rectangular, cortada em diagonal numa das pontas, e depois quinada, para soldar ao perfil
do outro lado enfia pela parede a dentro... chumbada
o desenho (o esquisso) convenceu de imediato
com a certeza das coisas certas
não durou tudo, ao todo, mais que uns poucos de minutos... (mas foi como uma comunhão...)
e depois, onde mais é que se podem encontrar operários a cantar (e bem) o fado, enquanto a(r)mam, com as próprias mão, o ferro?
Quarta-feira, Novembro 18, 2009
mais uma posta sem os respectivos bonecos
achei curiosa...
a semelhança...entre uma foto de umas escadas do Kahn "entaladas" entre duas paredes de tijolo construídas nos "alojamentos" de Dhaka e a(s) rampa(s) da torre da Igreja do Sagrado Coração... de Praga...
mas agora que estou aqui com a mão na massa, reparei também na ainda maior co... semelhança... entre a maneira como as mesmíssimas rampas atravessam o(s) "óculos" da torre da igreja projectada pelo Plecnik e a maneira como as escadas nos "deambulatórios" dos corredores da "assembleia" (do Bangladesh...) atravessam (e "cortam"...) os "óculos" da obra do Kahn...
nestas (sempre tão atento aos "antecedentes"...) não reparou o Robert McCarter...
a semelhança...entre uma foto de umas escadas do Kahn "entaladas" entre duas paredes de tijolo construídas nos "alojamentos" de Dhaka e a(s) rampa(s) da torre da Igreja do Sagrado Coração... de Praga...
mas agora que estou aqui com a mão na massa, reparei também na ainda maior co... semelhança... entre a maneira como as mesmíssimas rampas atravessam o(s) "óculos" da torre da igreja projectada pelo Plecnik e a maneira como as escadas nos "deambulatórios" dos corredores da "assembleia" (do Bangladesh...) atravessam (e "cortam"...) os "óculos" da obra do Kahn...
nestas (sempre tão atento aos "antecedentes"...) não reparou o Robert McCarter...
Terça-feira, Novembro 17, 2009
Like Leila Khaled Said
... de entre todas as cantigas com a aveludada e quase mítica palavra "said" no título que me estão agora para aqui a assomar esta deve ser uma das mais estranhas...
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
The Dream's Dream *
Sonhei que andava a passear pela cidade lá para as bandas (estreitas...) de um largo...
Solar, Technicolor, Tal & Qual...
Cruzei-me com o Mário Crespo, o jornalista, em plano inclinado, a fotografar um "muro técnico" (!?) plantado, absurdo, no meio da rua, em cima dos carris do eléctrico.
Falámos, vagamente, sobre a reforma das instituições e a administração da coisa pública, mais depressa do que o tempo que leva a uma objectiva (digital) abrir-se. E fechar-se.
A arquitectura (da cidade) maravilhosa (não faço ideia que ruas seriam aquelas mas não conheço pintor de Lisboa que tenha logrado uma tão perfeita síntese do seu amoroso urbanismo, entre quarteirões mais ou menos aborrecidos e a revolta contra uma topografia madrasta...).
Falei ao telemóvel (perdido...) com um amigo que morreu, suicidado.
Utilizei a unha de um dos dedos do pé como "intercomunicador", meio sentado no passeio e todo enrodilhado, como um mestre, Yogi.
Que queres - perguntou - porque é que não me deixas em paz?
Não respondi.
E nisto já estava em casa de não sei de quem... vivenda modernista, Cassiana, "náutica" (do rio é que nem sombras...), com toda a espécie de jovens "Eramus" (ou seriam Japoneses?...) a cruzar a sala mobilada...
Não sonhava nada assim com um "ambiente gráfico" tão elaborado desde o meu melhor (sonho) de Tubal... (que meteu entradas de sendeiro por mercearia em aldeia da serra e saídas de Leão por livraria do antigamente ao dobrar a esquina de uma praça com a mais perfeita da fontes "barrocas" - desenhada a quatro mãos pelo Borromini e pelo Gaudi...)
* Adventure, Television
Solar, Technicolor, Tal & Qual...
Cruzei-me com o Mário Crespo, o jornalista, em plano inclinado, a fotografar um "muro técnico" (!?) plantado, absurdo, no meio da rua, em cima dos carris do eléctrico.
Falámos, vagamente, sobre a reforma das instituições e a administração da coisa pública, mais depressa do que o tempo que leva a uma objectiva (digital) abrir-se. E fechar-se.
A arquitectura (da cidade) maravilhosa (não faço ideia que ruas seriam aquelas mas não conheço pintor de Lisboa que tenha logrado uma tão perfeita síntese do seu amoroso urbanismo, entre quarteirões mais ou menos aborrecidos e a revolta contra uma topografia madrasta...).
Falei ao telemóvel (perdido...) com um amigo que morreu, suicidado.
Utilizei a unha de um dos dedos do pé como "intercomunicador", meio sentado no passeio e todo enrodilhado, como um mestre, Yogi.
Que queres - perguntou - porque é que não me deixas em paz?
Não respondi.
E nisto já estava em casa de não sei de quem... vivenda modernista, Cassiana, "náutica" (do rio é que nem sombras...), com toda a espécie de jovens "Eramus" (ou seriam Japoneses?...) a cruzar a sala mobilada...
Não sonhava nada assim com um "ambiente gráfico" tão elaborado desde o meu melhor (sonho) de Tubal... (que meteu entradas de sendeiro por mercearia em aldeia da serra e saídas de Leão por livraria do antigamente ao dobrar a esquina de uma praça com a mais perfeita da fontes "barrocas" - desenhada a quatro mãos pelo Borromini e pelo Gaudi...)
* Adventure, Television
Domingo, Novembro 15, 2009
Cidades, Fantasmas
como, aposto, não fizeram os TPC, também não devem ter reparado na semelhança entre a outra da cidade fantasma e o embelezamento (obrigado Salazar) dos nossos hiper democráticos Polis...
Cidade fantasma...
Sê bem vindo à cidade da paz...
en-veredas
que querem, aborrece-me, que a bibliografia sobre a Obra do Venturi não supere a (repetição da) meia-dúzia de "lugares-comuns" (aqui não como "ponto de encontro cultural" mas apenas como regurgitação de...) "à volta" de duas ou três obras de "juventude" e já com cerca de 40 anos...
porque a Obra do Venturi, por muito importantes que sejam (e são) a publicação do C&C a Guild House ou a Casa da Mãe, é mais (sim MAIS!) que essas primeiras obras-primas e porque da "tresleitura" (ou "ignorância"...) da Obra (escrita e construída), resultaram um conjunto de equívocos que muito têm penalizado não apenas o Venturi (coisa menor, apesar de tudo...) mas os "caminhos" (de cabras...) de grande parte da arquitectura... contemporânea...
como se fosse possível reflectir sobre a Obra dos (contemporâneos...) Beatles, emitir juízos críticos sobre os Beatles, sem ouvir mais (por melhor que seja - e é...) sem ouvir mais que o Love Me Do...
porque a Obra do Venturi, por muito importantes que sejam (e são) a publicação do C&C a Guild House ou a Casa da Mãe, é mais (sim MAIS!) que essas primeiras obras-primas e porque da "tresleitura" (ou "ignorância"...) da Obra (escrita e construída), resultaram um conjunto de equívocos que muito têm penalizado não apenas o Venturi (coisa menor, apesar de tudo...) mas os "caminhos" (de cabras...) de grande parte da arquitectura... contemporânea...
como se fosse possível reflectir sobre a Obra dos (contemporâneos...) Beatles, emitir juízos críticos sobre os Beatles, sem ouvir mais (por melhor que seja - e é...) sem ouvir mais que o Love Me Do...
Depeche Mode
a cidade-palco (morna, molhada, iluminada) dividida entre os semi-nus da celebração e a turma (resfriada) do cachecol
a sala, esgotada, eléctrica, regada a cerveja (fria) como antigamente
o techo, warm-up, a dar o mote (que do tangerina não reza a história)
elegante ("rasgadinho"...) nos arranjos e arriscado no alinhamento (que deixou de fora muitas das mais conhecidas e de e-feito sempre garantido...), soube combinar e equilibrar a "apresentação" do mais recente com a ("obrigatória") revisitação dos clássicos
música sem "rugas", mesmo ou especialmente naquelas que já passaram (uma eternidade na história da pop...) dos 20...
dinossauros, eléctricos, em grande forma
competentes, profissionais e generosos
o concerto de uma vida?
entrou no top...
a sala, esgotada, eléctrica, regada a cerveja (fria) como antigamente
o techo, warm-up, a dar o mote (que do tangerina não reza a história)
elegante ("rasgadinho"...) nos arranjos e arriscado no alinhamento (que deixou de fora muitas das mais conhecidas e de e-feito sempre garantido...), soube combinar e equilibrar a "apresentação" do mais recente com a ("obrigatória") revisitação dos clássicos
música sem "rugas", mesmo ou especialmente naquelas que já passaram (uma eternidade na história da pop...) dos 20...
dinossauros, eléctricos, em grande forma
competentes, profissionais e generosos
o concerto de uma vida?
entrou no top...
Sábado, Novembro 14, 2009
Black Celebration
Como não visto preto
vou de breto
(para quando o wrestling entre o cara de ratazana do esgoto e o cocó do beto com franja à dah!!!???...)
vou de breto
(para quando o wrestling entre o cara de ratazana do esgoto e o cocó do beto com franja à dah!!!???...)
Sexta-feira, Novembro 13, 2009
a-relembrar # 1

... esta é só (ai que mal a-comparada...) para a-relembrar o génio da obra do Siza em Porto Alegre e para comprovar a falta de qualidade do desenho da "obra" da a-zaha-rada... coitadinha...
quando os concursos
Tribune Tower, League of Nations, Palace of Soviets... ah... quando os concursos (primeiro que tudo) existiam e (depois, quando até) serviam até para diferentes arquitectos proporem arquitecturas... diferentes...
a despropósito... odp agradece toda e qualquer migalha de informação (a mais...) sobre o projecto de A. Perret para o último dos três concursos...
a despropósito... odp agradece toda e qualquer migalha de informação (a mais...) sobre o projecto de A. Perret para o último dos três concursos...
Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Arquitectura de Interiores

quem tb tem disco novo são os Weezer
a música, pela amostra, não convence...
mas a capa, senhora... :) a capa...
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Comics
nunca pensei viver para ver (mas é como se diz...) para ver os H&deM a descer (para baixo...) de Um-Big-O dinamarquês... metrobasel!?... ah, os cómicos...
Dominó
Dorme dominó
Joga ponto em pé
Lobo come a avó
Este prato é
Das velhas de chinó
E a dama perde a fé
O Príncipe deu o nó na montanha de puré
A carne vai ficar só na pauta falta a ré
Russas de trenó
Yankees de ralé
Dorme Dominó
Velha morre a Sé
transforma-se em pó
Brigitte yé-yé
O Príncipe já não é
O lobo que vive só
Vampirizando até
O sangue azul da avó
O Príncipe deu o nó na montanha de puré
Dorme come dorme dominó
GNR (letra de Rui Reininho)
Joga ponto em pé
Lobo come a avó
Este prato é
Das velhas de chinó
E a dama perde a fé
O Príncipe deu o nó na montanha de puré
A carne vai ficar só na pauta falta a ré
Russas de trenó
Yankees de ralé
Dorme Dominó
Velha morre a Sé
transforma-se em pó
Brigitte yé-yé
O Príncipe já não é
O lobo que vive só
Vampirizando até
O sangue azul da avó
O Príncipe deu o nó na montanha de puré
Dorme come dorme dominó
GNR (letra de Rui Reininho)
Domingo, Novembro 08, 2009
desistir (uma)
... quando e porquê, em que fase do projecto e com que intenção, "desistiu" das clarabóias orientadas a norte como "solução" para a cobertura e iluminação da principal e quase primeira das salas de exposição da Casa das Histórias?
Sábado, Novembro 07, 2009
Sexta-feira, Novembro 06, 2009
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Quarta-feira, Novembro 04, 2009
e ali mesmo ao lado...
O último, o mais recente, do Chuck
"a political album for non-political people" !!!???
Ó Chuck (o que é que tu foste fazer...)
Let Freedom Ring
Ah, (bem) bom...
"a political album for non-political people" !!!???
Ó Chuck (o que é que tu foste fazer...)
Let Freedom Ring
Ah, (bem) bom...
Segunda-feira, Novembro 02, 2009
Domingo, Novembro 01, 2009
1.º de Novembro
Um traço, um berço
Dois destinos que se cruzam na lonjura da distância
Erva fálica pelo caminho
Distúrbios, subúrbios
Automóveis ferrugentos desenhando o horizonte
Os paralelos asfixiam a alma
Solidão, saudade
Rumagens, romaria aos queridos defuntos
Carcaças abandonadas ao passado
Lágrimas, fábricas
Tempo invernoso sublinhando a ausência
A música ouve-se triste
Solidão!
Saudade!
Romagens!
Romarias!
Solidão!
Saudade!
Queridos!
Defuntos!
Mão Morta
Dois destinos que se cruzam na lonjura da distância
Erva fálica pelo caminho
Distúrbios, subúrbios
Automóveis ferrugentos desenhando o horizonte
Os paralelos asfixiam a alma
Solidão, saudade
Rumagens, romaria aos queridos defuntos
Carcaças abandonadas ao passado
Lágrimas, fábricas
Tempo invernoso sublinhando a ausência
A música ouve-se triste
Solidão!
Saudade!
Romagens!
Romarias!
Solidão!
Saudade!
Queridos!
Defuntos!
Mão Morta
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
pathé
a questão (o "problema") da "coluna de betão" na segunda metade da década de 30 do sec. XX: da coluna do (ex) "Musée des Travaux Publics" à coluna do "Johnson Wax Building" com prelúdio (Aaltiano) na(s) coluna(s) do "Turun Sanomat" (da década anterior...)
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
40%
para amostra, nem acho muito...
ronda, mais coisa menos coisa, a coisa da abstenção... e não consta que a (melhor) sociedade perca o sono - ah, se os lugarzinhos ficassem vazios... - com o habitual "resultado" da principal força da política (à) portuguesa...
como é que se passa de "erros", de erros técnicos, a pronunciamentos por "corrupção" também não entendi mas em calhando sou eu que não sei "interpretar" estas... "notícias"...
não se via tamanha "vulnerabilidade" desde que...
ronda, mais coisa menos coisa, a coisa da abstenção... e não consta que a (melhor) sociedade perca o sono - ah, se os lugarzinhos ficassem vazios... - com o habitual "resultado" da principal força da política (à) portuguesa...
como é que se passa de "erros", de erros técnicos, a pronunciamentos por "corrupção" também não entendi mas em calhando sou eu que não sei "interpretar" estas... "notícias"...
não se via tamanha "vulnerabilidade" desde que...
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
noite de estreia
houve um momento, um momento no final do espectáculo, quando as luzes se reacenderam e a sala ganhou um brilho (uma mistura devidamente temperada pelo calor dos corpos com o reflexo da luz nas madeiras amaciadas pela cor...), houve um momento em que a arquitectura... em que a arquitectura... aconteceu...
Terça-feira, Outubro 27, 2009
acertar

Saiu hoje o novo disco dos REM e parece que isso é uma boa notícia...
O disco combina temas dos últimos anos com outros temas mais antigos e menos "populares" (mas lá por isso não menos admiráveis...)
Canções "rock" despidas de arranjos infelizes...
Tivessem os arquitectos a mesma sorte...
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
A Nata (condensada)
Casas da Cidade (ou a negação da própria ideia de "Casas da Cidade"...)
Não deixa de ter alguma piada (leia-se, algum potencial subversivo) a "ideia" de albergar a classe ("A") naquilo que são, essencialmente, (a) versões "modernas" para os velhinhos (comu, comu, comunistas...) "condensadores sociais"...
Condensadores sociais de (quase) luxo, é verdade, transvestidos (...) de "modernos" condomínios privados de e para clientelas seleccionadas, mas não menos c... c... condensadores sociais, lá por isso...
Não deixa de ter alguma piada (leia-se, algum potencial subversivo) a "ideia" de albergar a classe ("A") naquilo que são, essencialmente, (a) versões "modernas" para os velhinhos (comu, comu, comunistas...) "condensadores sociais"...
Condensadores sociais de (quase) luxo, é verdade, transvestidos (...) de "modernos" condomínios privados de e para clientelas seleccionadas, mas não menos c... c... condensadores sociais, lá por isso...
Sábado, Outubro 24, 2009
Extreme Trendiness
experimentem (...) a Bardill (xu bi du bi du bi du) do Valerio mai-la White O (oh...) do semi-deus do Toyo...
a-posto que tá a bater forte no ranking das 317 escolas de arquitectura mais conceituadas...
a-posto que tá a bater forte no ranking das 317 escolas de arquitectura mais conceituadas...
On Collecting
There is nothing wrong, I guess, with collecting just for collecting sake.
(I’m kind of going low profile here and trying not to be seen as some king of die hard… oops, "formalist")
This post reminds me of such different (?) things as the "Venturi Shops" (Japanese Objects Exhibition) and our very own (lost...) Museum of Popular Art collection and the Inquiry on Popular Architecture in (mid 20th century "deeply"... arcane...) Portugal (mainly) photographic book.
I guess we can always look at any collection from a political and ideological motivated point of view, later (quite later...)
Ideology comes second, anyway...
(I’m kind of going low profile here and trying not to be seen as some king of die hard… oops, "formalist")
This post reminds me of such different (?) things as the "Venturi Shops" (Japanese Objects Exhibition) and our very own (lost...) Museum of Popular Art collection and the Inquiry on Popular Architecture in (mid 20th century "deeply"... arcane...) Portugal (mainly) photographic book.
I guess we can always look at any collection from a political and ideological motivated point of view, later (quite later...)
Ideology comes second, anyway...
Etiquetas: International ODP
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
C6
Sobre o "Edifício C6 – Departamento de Matemática, Estatística, Informática e Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, da autoria de José Neves com Francisco Freire" - poder-se-ia dizer, como sobre a ESAD um certo dia (e num certo canal) afirmou Maria Manuel Godinho de Almeida, que poderia ter sido construído em qualquer altura dos últimos... 90 anos... (cito de memória mas a ideia era mais ou menos esta...)
A obra aspira à (categoria da) "intemporalidade"...
Aspira a ocupar um lugar diferente, muito diferente, da costumeira e vulgar inscrição em mod-ísmos e/ou "trends", em "gerações" e outros espíritos (com pouco espírito...) de grupo...
A obra cruza pátios "académicos" diversos sem remeter (que eu esteja a identificar...) para algum mais em particular...
Qualifica, primeiro que tudo, e com o rigor de desenho que a regra que tudo "ata" potencia, os "espaços de circulação"...
Subverte - veja-se o acesso pelo arruamento perpendicular ao (miserável) "a-relvado" do "campus"... - subverte o carácter excessivamente monumental (e - pelo "pomposo" - um pouco ridículo...) de cada uma das construções envolventes enquanto individualmente consideradas e a falta de caracterização do "conjunto monumental"...
A obra constrói espaço público diversificado na desgraça (na ausência) de um (qualquer - por mau que fosse...) "desenho de conjunto"...
Não deu, quase vazia (pelo dia 23 de Outubro...), para averiguar das justeza da escala dos espaços em função (critério único) da presença dos corpos...
Não é desculpa (de mau fotografo) para a falta de qualidade das fotografias, mas a obra, como aliás, as melhores, é (quase) impossível de fotografar...
PPD (pomo)
um gajo, um bloguer, começa a ler uma posta do Peter no co-incidentally e fica logo com vontade de bater (1) com a cabeça (2) nas paredes...
"pre(me)dicamentos posmodernistas" do "dar(l)ing" Kualhas que (des) urbaniza ("vale tudo") com as "práticas criativas" do (sempre...) "original"... "flavour of the month"!!!???...
(e tanta coisa) por duas dúzias de "meninos" (com acesso a estas coisas de... "aceder") a brincar às maquetas!!!???...
"giving everybody its share of the action" !?... ah, ah...
diz que é uma espécie de Processo Participativo Democrático Pós-Moderno...
"pre(me)dicamentos posmodernistas" do "dar(l)ing" Kualhas que (des) urbaniza ("vale tudo") com as "práticas criativas" do (sempre...) "original"... "flavour of the month"!!!???...
(e tanta coisa) por duas dúzias de "meninos" (com acesso a estas coisas de... "aceder") a brincar às maquetas!!!???...
"giving everybody its share of the action" !?... ah, ah...
diz que é uma espécie de Processo Participativo Democrático Pós-Moderno...
Quarta-feira, Outubro 21, 2009
Travessas
Estive para aqui a tentar perceber o projecto de arquitectura para o conjunto de habitações na Travessa de Salgueiro (Porto) de Carlos Veloso, Gil Gonçalves e Helder Coelho conforme publicado na revista "arquitectura 21" deste mês.
Tempo perdido. O "texto" (puro "arquitectonês"...) é suficientemente ilegível (e vagamente - num ou outro parágrafo - incompreensível) para não ajudar a nada (a não ser, admito, à "admiração" pelos... "pares"...)
Os desenhos, minúsculos e sem legendas, também não facilitam, mas da junção dos dois (texto e desenhos) deu para "sacar" uns apartamentos absurdos, com um corredor (quase central) que divide quartos da coz., i.s.'s, e lav. (?) e que "conduz" à sala... lá ao fundo (nos apartamentos de tipologia T3 então...) lá ao fundo... lá ao fundo...
Os alçados, "efeito(s)" em "xadrez", naquela moda muito "tardo-holandesa" de "desalinhar" os vãos piso-sim piso-não, também cansam... (sem serem, ao menos, como em algumas das janelas das manas holandesas... sexys...)
Enfim... (...)
Se é o mesmo Carlos Veloso do teatro da Guarda...
Tempo perdido. O "texto" (puro "arquitectonês"...) é suficientemente ilegível (e vagamente - num ou outro parágrafo - incompreensível) para não ajudar a nada (a não ser, admito, à "admiração" pelos... "pares"...)
Os desenhos, minúsculos e sem legendas, também não facilitam, mas da junção dos dois (texto e desenhos) deu para "sacar" uns apartamentos absurdos, com um corredor (quase central) que divide quartos da coz., i.s.'s, e lav. (?) e que "conduz" à sala... lá ao fundo (nos apartamentos de tipologia T3 então...) lá ao fundo... lá ao fundo...
Os alçados, "efeito(s)" em "xadrez", naquela moda muito "tardo-holandesa" de "desalinhar" os vãos piso-sim piso-não, também cansam... (sem serem, ao menos, como em algumas das janelas das manas holandesas... sexys...)
Enfim... (...)
Se é o mesmo Carlos Veloso do teatro da Guarda...
Domingo, Outubro 18, 2009
Sessão Dupla
... não trocava o "pacote" (completo) da cinematugógrafia das últimas três décadas (mais coisa menos coisa) "focada" na "temática" da "sexualidade" das (suas) "personagens", pelo único belíssimo (e muito significativo...) travelling com que termina o (longo travelling que é o) documentário sobre (a pessoa e a obra de) Nuno Teotónio Pereira realizado por Joana Cunha Ferreira.
Qualquer dia ainda espreito o DVD que empoeira p'rá-lí...
Qualquer dia ainda espreito o DVD que empoeira p'rá-lí...
Sábado, Outubro 17, 2009
News From Somewhere
O subúrbio... mudou muito...
Perdeu a palidez (imaginem uma "sitcom" portuguesa... na RTP... daquelas que "simula" um qualquer "bairro da encarnação" ainda ao tempo da primeira incarnação do "oasís" kavaquista ou - tanto faz... - das gordas vacas guterristas) perdeu a palidez, dizia eu, do pimba neo neo-realista em regista tecnicolor para tuga pós-marreco.
"Equipou-se" (e chegou a jogar - entre os maiores... - na "primeira divisão"...). Ganhou espaços verdes (cuidados - ainda que não propriamente bem desenhados...) com jardins. "Espaços verdes" com "parques infantis" para as crianças e outras "categorias de espaços" (com outra categoria...) para os adolescentes fazerem...
(o que quer que seja que os adolescentes fazem...) Ganhou, venceu, piscinas (no plural) cheias, com "vitrines" (marquises!) e bancos, para os... "progenitores". Piscinas que parecem querer fazer jus (tiça) ao nosso honroso lugar entre o concerto das nações... civilizadas...
E é de um concerto (pela metropolitana) que eu venho de assistir. Um concerto com Franz Schubert e Luciano Berio, no programa...
Um concerto com os mesmos Schubert e Berio, que eu (na idade da minha adolescência, no meu subúrbio real e imaginário e nas minhas viagens suburbanas - de comboio) não (nunca!) pensei vir a conhecer (e a ouvir) senão do "Franz Schubert" do Trans-Europe Express dos (geniais) Kraftwerk e da versão para a Loosin Yelav (vou agora mesmo voltar ao vinil...) do segundo (e igualmente magnífico) Espírito Invisível (ah!, 1989...) dos Mler Ife Dada.
Come Back To Camden!?
This is the place (Our Litlle Angel) where I made my best mistakes...
Já não se fazem subúrbios (eu ainda sou do tempo...) como antigamente...
Perdeu a palidez (imaginem uma "sitcom" portuguesa... na RTP... daquelas que "simula" um qualquer "bairro da encarnação" ainda ao tempo da primeira incarnação do "oasís" kavaquista ou - tanto faz... - das gordas vacas guterristas) perdeu a palidez, dizia eu, do pimba neo neo-realista em regista tecnicolor para tuga pós-marreco.
"Equipou-se" (e chegou a jogar - entre os maiores... - na "primeira divisão"...). Ganhou espaços verdes (cuidados - ainda que não propriamente bem desenhados...) com jardins. "Espaços verdes" com "parques infantis" para as crianças e outras "categorias de espaços" (com outra categoria...) para os adolescentes fazerem...
(o que quer que seja que os adolescentes fazem...) Ganhou, venceu, piscinas (no plural) cheias, com "vitrines" (marquises!) e bancos, para os... "progenitores". Piscinas que parecem querer fazer jus (tiça) ao nosso honroso lugar entre o concerto das nações... civilizadas...
E é de um concerto (pela metropolitana) que eu venho de assistir. Um concerto com Franz Schubert e Luciano Berio, no programa...
Um concerto com os mesmos Schubert e Berio, que eu (na idade da minha adolescência, no meu subúrbio real e imaginário e nas minhas viagens suburbanas - de comboio) não (nunca!) pensei vir a conhecer (e a ouvir) senão do "Franz Schubert" do Trans-Europe Express dos (geniais) Kraftwerk e da versão para a Loosin Yelav (vou agora mesmo voltar ao vinil...) do segundo (e igualmente magnífico) Espírito Invisível (ah!, 1989...) dos Mler Ife Dada.
Come Back To Camden!?
This is the place (Our Litlle Angel) where I made my best mistakes...
Já não se fazem subúrbios (eu ainda sou do tempo...) como antigamente...
Bye Bye Bayou
Quem quer que conheça (do disco ou do concerto ...) a versão para No Love Lost (dos Joy Division, claro) não vai ficar surpreendido (nem minimamente desiludido) com a excelência da versão para Bye Bye Bayou (do primeiro) dos Suicide.
Infelizmente parece que não vai figurar no alinhamento do novo de originais prometido para os vindos de Março (mas nunca se sabe... nunca se sabe...)
Arre que o inverno nunca mais acaba...
Infelizmente parece que não vai figurar no alinhamento do novo de originais prometido para os vindos de Março (mas nunca se sabe... nunca se sabe...)
Arre que o inverno nunca mais acaba...
Sexta-feira, Outubro 16, 2009
Quinta-feira, Outubro 15, 2009
Casa "O"
Invocar a santa geometria (e tudo o resto...) do "hall" da Snellman (do Gunnar Asplund - só estou a ver que possa ser essa...) a despropósito (e bota despropósito nisso...) da Casa "O" (oh...) não lembra nem ao...
Diz que são arquitectos - prof. e tudo... - "reconhecidos"...
Diz que são arquitectos - prof. e tudo... - "reconhecidos"...
Swissport 09
"Acho que é uma vitória ganha"
Camilo Rebelo, Arquitectarte
(... e olhem que isto não é uma posta sobre o Portugal-Malta - é mais uma posta sobre a "malta" de Portugal... - porque para esses do futebol sempre existem algumas... atenunantes...)
Camilo Rebelo, Arquitectarte
(... e olhem que isto não é uma posta sobre o Portugal-Malta - é mais uma posta sobre a "malta" de Portugal... - porque para esses do futebol sempre existem algumas... atenunantes...)
assimetrias...
La mayoría de los líderes políticos no entiende qué es la ciudad.
La ideología del miedo es una forma de legitimar la desigualdad social.
... por falar em assimetrias... li (ou ouvi) no outro dia, que (novilíngua - de pau...) que os "menos desfavorecidos" (...) gastam em apenas três dias aquilo que os "outros" têm para e com que (sobre) viver durante todos os 365 dias que dura (e dura) um ano inteiro...
Misérias...
La ideología del miedo es una forma de legitimar la desigualdad social.
... por falar em assimetrias... li (ou ouvi) no outro dia, que (novilíngua - de pau...) que os "menos desfavorecidos" (...) gastam em apenas três dias aquilo que os "outros" têm para e com que (sobre) viver durante todos os 365 dias que dura (e dura) um ano inteiro...
Misérias...
Os Aliados
Para o Sr. V.
Porque um projecto, uma obra, é uma soma (uma multiplicação...) de muitas e muitas decisões...
Porque um projecto, uma obra, é um processo participativo, de atenção ao que acontece (ao que está - no 25 de Abril não estava em Braga... - a acontecer) e ao que pode vir a acontecer... um processo de subtil cumplicidade e... lealdade, também à "causa" que foi, quando (solitariamente) desenhada, (apenas) a nossa.
Muitos cantos
Numa sociedade completamente dormente e/ou adormecida (não é bem a mesma coisa) como a nossa (*) não deixa de provocar algum entusiasmo a expectativa (escreve-se expectativa) que este concerto está a gerar.
Na próxima quinta-feira (eu e o ODP) lá estaremos.
* ouvi falar, mas não faço a mínima ideia do que seja ou possa ser (que a vida de cada um é lá com cada qual...) um "caso maité"...
Na próxima quinta-feira (eu e o ODP) lá estaremos.
* ouvi falar, mas não faço a mínima ideia do que seja ou possa ser (que a vida de cada um é lá com cada qual...) um "caso maité"...










