domingo, novembro 04, 2012

km 27

ao mesmo tempo que as duas mais conhecidas figuras da arquitectura em Portugal choram o fim (...) das encomendas e aconselham (os outros...) à debandada, um grupo de arquitectos propõe-se a fazer não sei bem o quê (ou sei...) em... Mação
às setas (todas elas) viradas para fora de Siza e Souto, respondem (os a-tivos viriáticos - quais "gauleses"... - de Mação) com o "X" quebrado das setas (ou serão lanças...) viradas para... dentro...
ao "adeus" de S&S respondem com o enquistamento em ofensivas trincheiras (da classe e da "disciplina" - pois...) e com o forçado, obrigatório mesmo, enlistamento de... "inimigos"...
e "inimigos" (por Deus, "inimigos"...), "inimigos" é o que parece, ao "programa" (para todos os des-gostos...), não faltar...
aos parlaticipantes na coisa será dada a bonita soma de 666 segundos para desenbestarem da rectangular arquitectuga do rectângulo sobre a (ainda mais bonita) forma (quilómetro 27...) de... maratona...
pretendem-se "compromissos" ("colectivos"...), "pistas" ("operativas"...) e "linhas" (brancas...) d'acção...
o Tiago - enrodeilhado entre lobos (maus) e capuchinhos (vermelhos...) - está (sempre o-timista, meu caro...) esperançado em produtivos (não vale a pena buscar na wikipédia...) ecletismos...
no resto... nada melhor - para "incendiar" a participação na "concentração" e o debate... - que um blogue sem caixa de comentários...

(para o TAN, com um abraço)

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...



AM de acordo consigo, como, aliás, quase sempre:))

Nada como participar no debate cá fora, ao fundo da escadaria.

O inimigo está lá dentro.
.................................

Não sei se reparou que já por lá anda o seu querido Venturi. A erudição em Mação é como samba na favela.

JFragoso.

11:36 da manhã  
Blogger AM said...

mt obg JFragoso
por comentar, não por concordar (podia discordar que eu agradecia na mesma) :)
o inimigo está lá dentro... e está... em nós... (no meio de nós!?...)
o fundo da escadaria é, por agora, um lugar ainda simpático :)
com o prometido "arrefecimento nocturno" podemos sempre "incendiar" o sofá :)))
quanto ao "meu" :) V.
sim... tenho para mim, e até já o escrevi/postei (não sei onde) que citar Venturi é uma nova forma de ser... "bem"...
na grande maioria dos casos acredito que nem sequer se tenham dado ao trabalho de O ler para além da capa :)
"A erudição em Mação é como samba na favela" é uma grande frase que só peca, na sua beleza, por manifesto exagero :)
a erudição em Mação são "sinais-de-fumo" de um fogo que arde sem se ver... :)

7:50 da tarde  
Blogger alma said...

Primeiro iria a Mação e só depois faria considerações :)))

1:29 da tarde  
Blogger alma said...

Ser arquitecto de sofá :)
é fácil
ser só observador também :)
levantem-se e andem ...

1:35 da tarde  
Blogger AM said...

bah! :)
do sofá só o surfista :)))
Jesus também!? LOL

6:22 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

AM, tinha aqui uma óptima oportunidade para fazer uma apresentação interessante e, no meio de todos, debater ideias. sei que apresentar ideias neste meio é sempre, de certa forma, um risco e, acima de tudo, é preciso combater o medo de o fazer. mas podia ter tentado...! fico com pena que não arrisque.

7:04 da tarde  
Blogger AM said...

muito obrigado, caro anónimo
ainda hesitei... mas tombei (por um conjunto de factores, como se costuma ouvir dizer) para um claro não
agradeço o "voto de confiança" (no eventual interesse de qualquer coisa que eu tivesse a dizer)
nos tempos que correm parece-me de maior interesse "discutir" estas coisas aqui pelas "novas tecnologias" dos blogues e redes sociais...
Mação não tem que acabar (nem começar) em Mação
Mação é quando e onde, nós quisermos
aguardo, se disso se der caso, as "conclusões"
logo direi, ou não, de minha justiça

8:11 da tarde  
Blogger Tomás Azevedo Neves said...

A ouvir Satie e a pensar como fazer deste maravilhoso som arquitectura, lembro-me que também não fui a Mação, apesar de te ter aconselhado a ir. Portanto não te posso censurar. Posso dizer-te: sim que se calhar para o ano.....lá estaremos não sei bem a fazer o quê!
Eu continuarei a fazer a minha arquitectura de baixos recursos com incomensuráveis cortes e costuras, tentando fugir ao terrível poder instituído nesta pobre mas bela profissão. Saio vitorioso pensando que talvez com esta crise aprenda a servir melhor os meus clientes....

7:28 da tarde  
Blogger António Machado said...

belo testemunho :)
abraço :)

8:17 da tarde  

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