terça-feira, setembro 28, 2010

But as to his own lessons - Alas!

Yet he followed the upper grades so intently that he become critical: What was this about the four men who built so many perches of stone wall in three days, and two other men who were to build some wall in six days? What did it amount to anyway? The real question was where was the wall to be built? For whom was it to be built? What was his name? What were the names of the men who were building the wall, (for it was becoming a real wall)? Were they Irish or Scotch? Where did they get the stone to build the wall? Did they get it from the rough quarry across the road from the schoolhouse? Did they gather up boulders from the fields? Was not this matter of four men and two men irrelevant? The information was to sparse, too unconvincing. He could not place the wall, and what good was any wall he could not see? And thus he went on, unaffected by the abstract, concerned only with the concrete, the actual, the human.

Louis H. Sullivan, The Autobiography of an Ideia

em (jeito de provisória...) conclusão... um arquitecto é um artista ("plástico") mas um artista ("plástico") que aprendeu a fazer (e a responder...) as perguntas...
certas...

(mais) uma posta (subversiva) dedicada ao homónimo Bolota, artista (começamos mal...) plástico, que tem uma "peça" uma "instalação" ("site specific") em exposição na Galeria Quadrado Azul que diz (no Ípsilon do Público) que é uma coisa do outro mundo (embora pela foto não pareça - ou por isso mesmo... - mais que um muro "tipo" xisto "tipo" Souto de Moura...)
a ber bamos (ou averbamos!?)

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

No dia que lá fui (pois...)andava toda a gente muito compenetrada de rabo para o ar a passar de um lado para o outro.
Uma senhora ao contemplar a "peça/muro/do outro mundo" sugeriu que seria muito interessante ter uma parede assim no seu salão de BodyFitness.
A coisa promete e parece-me que vai haver trabalho prós arqtos.

Como diria o Eça:
Que ferro...

2:43 da tarde  
Blogger AM said...

com as minhas dores de costas havia de ser bonito...
ainda pensei que podia "vencer" a "barreira" (da arte) rebolando-me pelo chão da galeria de um lado para o outro...
uma espécie de tropa ao contrário, para a trupe dos arquitectos "e" demais "artistas plásticos"
uma coisa apropriadamente... "rastejante" (e rasteira...)
o mais importante de tudo é que a B. do "meu" gym não saiba de nada...
ainda bem que faço do blogue ODP a minha identidade secreta...

5:31 da tarde  

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