terça-feira, setembro 08, 2009

Gatos (pardos)

A notícia da morte (criativa, entenda-se...) do Souto Moura, da geração de 50 (com o MGD à "cabeça"...), do Siza e (inté - for the love of God...) dos "oficiosos" críticos da arq./a, acho manifestamente exagerada...
Falta curiosidade, faltam críticos capaz (es) de revirar a casa e de deixar a reputação (crítica) das "virgens brancas" (metáfora de extremo mau gosto) de pernas para o ar...
Pois se falta quase tudo...
Enquanto subsistirem tantos paninhos (gelados...) a cobrir as partes pudibundas da elegância (boa, boa) da crítica, enquanto a posta (má, má) d' ODP for remetida (com "ralhete"...) para a (ainda assim corajosa...) "nota de rodapé", enquanto os comentários (que fosse...) não colorirem as caixinhas...
Por aqui (é no estrangeiro, não se preocupem...) a-mandam-se os senhores presidentes... foder fora!!!
Language of Violence, The Winter of the Long Hot Summer...
It all seemed so idiotic...

9 Comments:

Blogger alma said...

Ahahah !é tudo tão idiota :)

AM,
Nunca vi um nº mais pobre do que este sobre os ricos :)

quem souber me responder agradeço :)?
o que é que se aprende com os nossos famosos arquitectos...?!

Os críticos nacionais são uns excelentes patinadores na neutralidade.

não falta curiosidade :)
críticos capazes de revirar a casa :)))só no ODP :)))

Continue o seu trabalho que não tem nada de pardo e é excelente !

11:13 da tarde  
Blogger alma said...

O militante Owen :)
é O ODP num País Real :)

11:18 da tarde  
Blogger AM said...

:) patinadores na neutralidade é genial :)))
(a alma sabe que eu tenho cá uma coisa - e algumas postas - com as patinadoras...) :)))
pois eu acho (já que me provoca) :) que temos tudo a aprender... com todas as coisas (Venturi) :)))
os nossos famosos arquitectos e até os menos famosos tem os seus dias :)
é (filosofia barata para arquitectos pobretanas) :) como tudo na vida :)
temos principalmente que aprender com os nossos erros :) e, não tendo eu o (rico do) CR7 (agora 9) por cliente, :) com os erros dos outros :)
ODP é mais cor de burro quando... coiça :)

11:27 da tarde  
Blogger AM said...

não tive (nem tenho) a intenção de me comparar ao Owen :)
agora diga lá (a alma) alguém que mantenha um ritmo e uma "intervenção" na arquitectuga próxima sequer daquilo!?...
e depois organizam-se e (auto) "publicam-se" em revista...
na blogosfera não duravam dez minutos :)))

11:30 da tarde  
Blogger alma said...

AM,
Não me provoque ... :)))
se não ainda faço uma petição :)))

11:47 da tarde  
OpenID quando-as-catedrais-eram-brancas said...

Uma adenda: A nota de rodapé não teria, evidentemente, qualquer tipo de intuito hierarquico em relação ao resto do texto.
Quanto à questão da falta de "elegancia" (digo eu) das criticas Odêpianas, é que haverá sempre quem lhes pegue pelo acessório (ex: bimbo), esquecendo-se do essencial. E é esse essencial que nos (nos, não é?) interessa.

4:59 da tarde  
Blogger AM said...

alma

sem provocações :)

pedro

interessa o essencial, claro, mas o que é o essencial quando escrevemos sobre arquitectura!
o meu (legitimo) receio é que o essencial seja ainda uma outra forma de máscara para evitar e condicionar o debate (não lhe chamo crítica nem - desta vez - opinanço, muito de propósito...) e, em caso "extremos", para "eliminar" e levar o adversário (crítico) ao tapete
tudo o que escrevi na posta em questão acho "essencial" ao ponto que me interessava "provar"
a falta de "elegância" que tu, e por certo muitos outros, "lêem" na(s) minha(s) posta(s) não terão outras razões (demasiadas portuguesas) de ser!?...
como tu, frequento, na net, algumas tascas estrangeiras... e que diferença... que diferença na liberdade de opinar...
por cá (o torraõzinho é tão pequenininho...) talvés não possa ser de outra maneira, mas não depois não se queixem

7:18 da tarde  
OpenID quando-as-catedrais-eram-brancas said...

Em relação â falta de elegância (chamemos-lhe assim) Odespropositianas, assinale-se ausência de incómodo; não fossem As Catedrais (etc) fieis seguidoras do mesmo. Refira-se no entanto o eventual risco: as deselegâncias centrarem toda a atenção [veja-se as intervenções de MT ou desse outro anónimo, num post recente], relegando para segundo plano os propósitos do despropósito.
A liberdade, essa, estará assegurada. E quanto ao condicionar do debate, receio que ele seja feito de uma outra forma mais subtil: um simples silêncio. Amargo. Mas ainda assim silêncioso.

8:09 da tarde  
Blogger AM said...

o silêncio é incómodo mas não mata
lá diz o povo - e com alguma razão será... - que quem cala consente
às "deselegâncias" desviam, mas também espicaçam, as atenções

8:20 da tarde  

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